“O amor é ridículo até você se apaixonar. E é bonito até alguém te decepcionar.”— Capitule.
“Nunca pensei que teria essa capacidade de amar de um jeito tranquilo. Eu achava que o amor é aquilo que te deixa acelerado, estupefato, insone, maluco. Me perdoe a ignorância, mas eu não sabia. Eu não sabia até conhecer você, até construirmos a nossa vida juntos. O amor é um sofá cama confortável em que podemos sentar ao fim de cada dia e compartilhar pequenas conversas, pequenos risos, pequenos pedaços da vida. O amor é uma sacada aberta onde o sol aquece e o vento seca. O amor é olho no olho, é mentira apagada com borracha, é sonho que tem continuação e vontade que nunca cessa. O amor é o erro reconhecido, é o perdão concedido, é a verdade crua. O amor é saber ser. O amor é querer estar. E permanecer apesar do vendaval, dos buracos fundos, do que dizem.”— Clarissa Corrêa.
“Estava chorando. O tipo de choro que é silencioso e secreto. O tipo de choro que só eu percebia.”— As vantagens de ser Invisível.
“A gente precisa parar com essa mania de colocar os problemas em uma mala e sair carregando por aí como se eles fossem essenciais. Não são. Aliás, tudo que te faz mal é completamente descartável.”— Gabito Nunes
“O mundo gira, tudo muda o tempo todo e tudo se renova, inclusive as pessoas de nossa vida. Apenas espere pelo melhor e saiba reconhecê-lo quando ele estiver do seu lado. Se tiver de ser será, e se for verdadeiro volta.”— Pedro Bial.
“Cheguei em uma fase que não sei mais o que esperar da vida. Na verdade, não espero mais nada, só sento e assisto as coisas acontecerem, ou melhor, não acontecerem. Minha vida parou já faz um tempo, nada acontece, nada de bom, pra ser mais exata, coisas ruins estão sempre batendo em minha porta e o pior é que nem posso fechar e fingir que não é comigo. Só queria saber qual foi o caminho errado que eu tomei, qual foi a esquina errada que dobrei, porque sinceramente, me perdi e não sei mais voltar pra onde estava, pra quando as coisas ainda faziam algum sentido e quando ainda valia a pena estar aqui. Me sinto só, em um beco escuro e sem saída.”— Caren B.
“E por falar em saudade, onde anda você? Onde andam os seus olhos, que a gente não vê? Onde anda esse corpo que me deixou morto de tanto prazer? E por falar em beleza, onde anda a canção que se ouvia na noite, dos bares de então? Onde a gente ficava, onde a gente se amava em total solidão. E hoje eu saio na noite vazia, numa boemia sem razão de ser. Na rotina dos bares, que apesar dos pesares, me trazem você. E por falar em paixão, em razão de viver, você bem que podia me aparecer nesses mesmos lugares, na noite, nos bares. Onde anda você?”— Vinícius de Moraes.
“Se ao menos conseguíssemos enxergar a infinita cadeia de consequências que resulta das nossas pequenas decisões. Mas só percebemos tarde demais, quando perceber é inútil.”— Quem é você, Alasca?